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Uma Nova Maneira de Entender
A própria palavra revela a interseção de dois aspectos: Motivação = Motivo + Ação. Ou se preferir, uma ação consciente e voluntária para realizar alguma coisa.
A grande questão é: Quem está disposto a agir?
Um evento sobre motivação poderia se resumir a duas perguntas:
1ª – Quais são seus motivos? Um motivo abrange desde pequenas tarefas diárias ou metas periódicas, até grandes objetivos que você almeja alcançar ao longo do tempo. Qualquer um de nós possue uma infinidade de motivos.
2ª – Quais são as ações relacionadas a cada motivo? Várias ações podem estar relacionadas a um motivo e cada uma delas demanda tempos distintos, e isso não quer dizer que você irá obter o resultado esperado em todos.
Para chegar a um resultado esperado é necessário praticar a motivação. Há de se estabelecer e priorizar os motivos, definir com clareza caminhos e alternativas, criar ações mensuráveis e avaliar constantemente os resultados. Em cima destes, revisar os caminhos, redefinir ações e novamente avaliar resultados. Ou seja, um jogo ininterrupto de ações e re-ações na direção dos motivos, que depende única e exclusivamente de como você sente e pratica a motivação para conquistá-los.
O primeiro passo para girar esta engrenagem no sentido horário, é aceitar que a motivação não vem de fora. Ela é inerente ao ser humano, nasce e se desenvolve no cerne de cada um e é intrínseca a tudo que faz. É uma espécie de energia psicológica ou tensão que põe em movimento o organismo humano e portanto, não há meios de embutir motivação em alguém. O máximo que alguém de fora pode fazer é dar motivos, porém a ação é consciente e voluntária, e você se move se, e apenas se, se dispor a isso.
Tenho de admitir, alguns cursos e palestras injetam grandes doses de ânimo nas pessoas elevando sua estima e confiança, porém o efeito que produzem é momentâneo e se dissolvem em seguida. Não raro houve-se comentários do tipo; “Amanhã voltamos à realidade”.
O real quadro que se apresenta na vida de pessoas e empresas, está relacionado à necessidade de visualizar com clareza todas as ações e os resultados(*). Isso é utópico. Imagine-se viajando para uma cidade vizinha à noite. Os faróis do carro iluminam apenas uns 50 metros e você não vê além da próxima curva. Na verdade você não precisa ver além da próxima curva para seguir em frente. Faça o mesmo com suas ações. Faça as curvas do caminho de acordo com o avanço em direção ao objetivo.
Assim também é um paradoxo falar em desmotivação. Na essência, desmotivar significa “tirar os motivos”, e ninguém no mundo anda neste sentido. O que fazemos são ajustes que se tornam necessários em função de “n” circunstâncias do cotidiano. Outra vez, ocorre a falta de clareza na definição dos motivos(*), e isto comparo a uma flecha atirada ao contrário, promovendo a ambiguidade de ações, dificultando seu progresso.
Encontre seus motivos, estabeleça prioridades, crie ações e execute.
É muito importante, para uma empresa alcançar os resultados esperados, que sua equipe entenda e assimile este princípio.
Para contribuir com esta mudança de percepção, montamos uma palestra inovadora e criativa que mostra como praticar a motivação.
faculdadedoerro@faculdadedoerro.com.br